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Queremos a saída de Ricardo Teixeira. Mas quem colocaremos em seu lugar?

01 set

Apesar da atitude inconveniente da Rede Globo, ninguém discorda sobre o êxito da manifestação contra a gestão de Ricardo Teixeira na CBF. É dito e notório o seu desgaste em relação aos torcedores conscientes e jornalistas com espirito, este blogueiro inclusive. O cartola de plantão não admite, mas faz movimentos para reverter a situação, como o convite para Henrique Meirelles assumir a direção executiva do Comitê Organizador. De quebra, deseja aproximar-se da presidenta Dilma Roussef. Em contrapartida, o movimento precisa articular algo fundamental: em caso de êxito e Ricardo Teixeira puxar o carro, qual seria a melhor alternativa para ocupar o seu lugar? Sim, porque movimentos oposicionistas, queiramops ou não, só conseguem atingir seus objetivos se contarem com um líder incontestável, capaz de propagar novas ideias.

Temos que ser pragmáticos e lidar com dois cenários. Se existir a possibilidade de inserir algum nome fora do ambiente das federações e da cartolagem para comandar a CBF, o leque de opções aumenta substancialmente. Nesse caso, poderíamos sonhar com nomes de quilate de Leonardo, atualmente no PSG, de Rai ou até de Artur Antunes Coimbra. São pessoas integras, honestas e que desejam o bem do futebol. Podem ajudar e muito. Não sei o que ele faz atualmente, mas o ex-presidente do Botafogo e executivo de futebol do Atlético Mineiro, Bebeto de Freitas, seria outra alternativa interessante. Já foi atleta, tem ligação com futebol – é sobrinho de João Saldanha – e suas passagens como dirigentes não decepcionaram. Seria uma tentativa válida para mudar os estado de coisas sem encarar resistência das federações.

Agora, é preciso imaginar que, em caso de saída de Teixeira, a margem de manobra ficará estreita e apenas personalidades do futebol poderiam assumir o desafio. Hoje, penso que apenas dois poderiam cumprir as expectativas. O primeiro é Fernando Carvalho, ex-presidente do Internacional e condutor de um processo de modernização do futebol colorado. Tem penetração nos bastidores e poderia, mesmo que modo superficial introduzir algumas mudanças. Outra opção seria o atual presidente do Santos, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro. Os títulos da Era Neymar não seriam seu único passaporte. Ao contrário das personalidades existentes no mundo da bola, é alguém que faz das tripas coração para segurar jogadores de qualidade. Não é o ideal, pois também comete erros, mas demonstra possuir uma quantidade menor de vícios em relação a figuras carimbadas como Patricia Amorim, Andrez Sanchez, Juvenal Juvêncio,Kleber Leite,  Arnaldo Tirone, Alexandre Kalil, entre outros.

Um fato é inequívoco: Ricardo Teixeira precisa sair. Não sabemos que hora isso acontecerá. Mas é preciso colocar alguém de confiança no lugar. Para não corrermos risco de  retrocesso mais profundo.

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Publicado por em 1 de setembro de 2011 em Uncategorized

 

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