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Uma análise detalhada da Série B

27 nov

1 Portuguesa  81- Jorginho dominou as brigas internas, motivou jogadores tidos como acabados e conseguiu manter o pique nas 38 rodadas. O titulo de campeão foi apenas consequência de um trabalho perfeito.

2 Náutico 64- Waldemar Lemos chegou durante a temporada e teve um mérito: manteve uma base e explorou o potencial de todos, especialmente de Kieza, artilheiro da Série B. Bela campanha.    

3 Ponte Preta 63 – Dos que chegaram á divisão de elite, foi aquela que exibiu o orçamento mais enxuto: R$ 550 mil mensais. Porém, o profissionalismo e o planejamento foram impecáveis e conduzidos por Ricardo Jesus e Renato Cajá não foi difícil fazer história.

4 Sport 61 – Com PC Gusmão, o time era travado e tenso. Sob o comando de Mazola, o Leão da Ilha foi surpreendente e leve. Trocou o comando a tempo e faturou a última vaga.         

5 Vitória 60 – Elenco milionário, infra-estrutura de primeira e tudo acabou após a derrota para o São Caetano em casa. Campanha que doeu na alma do torcedor do Vitória.    

6 Bragantino   58 – Pelo orçamento, acima de R$ 300 mil mensais chegou longe demais. Mas a derrota para o ASA ficará cravado na memória por muito tempo.

7 Boa  57 – Grata surpresa. Com Carlos Magno na meia e Jheimy no ataque, o técnico Nedo Xavier até ambionou a vaga. Morreu na praia.

8 Americana   56 – Demitiu Sérgio Guedes na reta final e pagou o preço. Ficar mais um ano na Série B pode ser o toque para retomar um caminho de vitórias.     

9 Grêmio Barueri 53 – No seu retorno, queria ficar na Série B. Contratou Renê Simões, perdeu seu comando e terminou com Ari Montovani. Mesmo assim, cumpriu a missão com folga.  

10 ABC 53 – Usou um time pesado e com muita força física. Passou sufoco em relação ao rebaixamento, mas o futebol de Cascata, Leandrão e Geilson deu conta do recado.           

11 Goiás  52- Decepção. Trocou várias vezes de técnico e não decolou. Tomara que se reestruture em 2012.

12 Guarani  52 – Quatro meses de salários atrasados, presidente ausente das principais decisões e torcida angustiada na comemoração do centenário. Em qualquer outra conjuntura, seria receita de rebaixamento. Esse time do Guarani operou um verdadeiro milagre.   

13 Paraná Clube 52- Como caiu no torneio regional, ficar na Série B é um prêmio e oportunidade de reciclagem.

14 Criciúma    51 – Caiu demais na reta final da competição, apesar da presença de Thiago Silvy,Pirão e Schwenck.          

15 São Caetano 51 – Em condições normais disputaria o acesso, mas questões internas podem ter atrapalhado a equipe. Conseguiu se salvar e respira aliviado.  

16 ASA 48- Escapou por um triz, mas sem reformulação profunda, o rebaixamento em 2012 é certo.

17 Icasa   47 – Tem até bons jogadores, mas faltou elenco e uma estrutura adequada.      

18 Vila Nova-GO       32 – Problemas administrativos, dificuldades na montagem da equipe…a queda foi consequência de uma comédia de erros.

19 Salgueiro   26 – Fraco tecnicamente e sem inspiração, foi presa fácil.           

20 Duque de Caxias  17 – Com o técnico Gilson Kleina fora do comando desde o final do ano passado, não apareceu outro milagreiro e a Série C é o próximo estágio.

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Publicado por em 27 de novembro de 2011 em Uncategorized

 

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