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O que importa é fumar. Dane-se o prejuízo à saúde do outro…

22 jan

Uma reportagem publicada pela Folha de São Paulo me deixou estarrecido. Casais decidiram entrar na Justiça para que suas festas de casamento permitam que os convidados fumem em ambientes fechados. O argumento utilizado é que o evento é fechado e não público, o que desobriga a aplicação da lei contra o cigarro. Das 21 tentativas, 17 tiveram êxito.

Independente das argumentações, penso que esta história representa de modo cabal como a sociedade brasileira ficou individualista em parâmetro de solidariedade.

Se existe uma lei proibindo o fumo em ambientes fechados é porque já comprovou-se que fumantes passivos sofrem horrores nessas ocasiões e mesmo os adeptos ao cigarros não tem o ambiente adequado para exercerem o seu vicio de modo satisfatório. Exemplo: quantas vezes você foi a uma festa de casamento e sai com a roupa toda impregnada de cigarro? Sinceramente, isso é agradável?

Pior é presenciar a justificativa de uma noiva para medida: a de ela foi em uma festa de casamento e a pista de dança esvaziou porque uma parte dos convidados fumou no lado externo. Sinceramente, se uma pessoa não consegue dançar nem que seja por cinco minutos, sem um cigarro na mão é porque o individualismo prevalece sobre o coletivo. Talvez o grande mal da sociedade brasileira.

 

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Publicado por em 22 de janeiro de 2012 em Uncategorized

 

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