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Ponte Preta: um caminho a ser sustentado

11 mar

 

A Ponte Preta começa a partir de hoje uma trajetória difícil e decisiva para o ano de 2012. Começa diante do Paulista, tradicional rival da década de 1960, passa pelo Palmeiras e culmina com o derbi do centenário. Agora, a pergunta que não quer calar: o novo posicionamento de Gilson Kleina veio para ficar?

Não há como negar a ousadia do comandante da alvinegra. Montou o time com dois volantes ofensivos, que atacam simultaneamente e posiciona Guilherme como terceiro zagueiro e automaticamente libera Uendel ao campo de ataque.

Interessante que Renato Cajá fica mais á vontade para armar as jogadas e Roger é o autentico “canhão” pronto para ser acionado. Contra o Comercial, a estratégia foi aprovada especialmente pela segurança da defesa formada por Diego Sacoman e Wescley. Com a contusão do segundo, Ferron tem a obrigação de segurar o samba e viabilizar a solidez defensiva de uma metodologia voltada para as redes.

Um revés pode mudar os planos? Acredito que não. Por um único motivo: Gilson Kleina já deu o “cavalo de pau” possível e não existe mais tempo para improvisações. Ou seja, se a torcida não compreender os altos e baixos existentes no futebol, vai ficar difícil para Kleina ou qualquer treinador deixar o time competitivo para o Campeonato Brasileiro. E é essa competição que interessa. O resto é acessório. Até a Copa do Brasil.

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Publicado por em 11 de março de 2012 em Uncategorized

 

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