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Futebol brasileiro pega fogo. Onde estão os dirigentes?

13 mar

Ao acompanhar o noticiário dos jornais impressos e da internet nesta terça-feira fiquei espantado com a apatia dos presidentes dos grandes clubes em relação á renuncia de Ricardo Teixeira. Nenhuma declaração contundente, exceto de Alexandre Kalil, do Atlético Mineiro, que deixou clara sua satisfação pela alteração.

De resto, a atitude dos clubes demonstra de maneira cabal que se a Liga Nacional não virou realidade é por culpa da estrutura do futebol brasileiro, especialista em produzir dirigentes sem visão de médio e longo prazo e preocupados muito mais com as demandas miúdas do seu quintal do que com o futuro de um esporte que gera bilhões de reais.

Seria o momento para que algum presidente de alguma potencia se apresentasse como futuro candidato à presidência da CBF. O que vemos, ao contrário, é o aparecimento de nomes como o de Marco Polo Del Nero, de São Paulo, e Rubens Lopes, do Rio de Janeiro. Ou seja, mais do mesmo.

Não é à toa que a Rede Globo deita e rola quando negocia os contratos com os clubes. A mediocridade é a falta de visão impera. O cenário foi aproveitado por Ricardo Teixeira durante 23 anos. José Maria Marin e o próximo a ocupar a cadeira a partir de 2020 deve fazer o mesmo. Triste.

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Publicado por em 13 de março de 2012 em Uncategorized

 

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